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DÉCADA DE 80-90
 
Da série Tribunos

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Da série Queixadas

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"A queixada dentada do boi parece um boomerang, rosa dos ventos, entronizada no alto da coluna, com seu azul maravilhoso. O que temos agora é um novo tipo de capitel. Não se trata de nenhuma ordem clássica — dórica, jônica, coríntia — mas de uma ordem pantaneira, ou melhor, metáfora de um classicismo de tipo novo, crescendo à porta da selva amazônica, fundando suas colunas nos pantanais do Brasil Central".
(Frederico Morais, 1981)

Leia mais sobre a série Queixadas
Maria da Glória Sá Rosa (1985)

 

 
Da série Nelores

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Da série Pavilhão

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Da série Mitológicos — fase Egípcia

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"O boi Ápis está no centro dessa figuração sensualíssima como eixo semovente dos símbolos de poder e prepotência que o artista faz questão de ressaltar nestas obras. Antes havia mostrado o curral, o brete, o campo; agora é o templo, o palácio, a alcova, a sede do império, as negociatas, a luxúria, a desfaçatez. As vacas e os bois têm olhares lascivos, unhas felinas e as bocas cheias de sangue; nos olhares, a cobiça. As épocas e as regiões se sobrepõem em inúmeras combinações de relatos míticos."
(Mariza Bertoli — O Mítico e o Político na Arte de Humberto Espíndola, no prelo)

 

 
Da série Rosa-boi

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"A protagonista principal dessa revolução plástica em direção à utopia é a Rosa-boi. Esse tema retorna a cada vetor de nova variante temática. É o labirinto, a boca do túnel. A construção é policêntrica, densa, acumulativa, sem ferir o frescor da espontaneidade que transparece nas fissuras da pincelada. A pintura não joga no campo da representação — é a rosa nunca vista e o boi jamais pensado. O artista fala da importância dessa unificação temática na sua trajetória plástica: 'É o conceito de beleza que está em jogo. A beleza que as pessoas vêem na rosa e não vêem no boi — eu quebro o preconceito. A rosa introduz o boi na estética do meu público, também porque o desenho da rosa não tem fuga, é concêntrico. A Rosa-boi tem um momento bem metafísico em que a rosa não é uma rosa e o boi não é um boi'."
(Mariza Bertoli — O Mítico e o Político na Arte de Humberto Espíndola, no prelo)

 

 
Da série Kadiwéu

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Da série Arqueologia do Boi

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"As figuras vão se formando, aglomeradas em seqüências sonhos e seqüências dança, sem distanciamento de planos. Pequenas figuras humanas, setas, veados, cavalos, bois. Alguns animais passeiam lado a lado com seus ancestrais. Não se trata, porém de uma narrativa linear. A simultaneidade é, a um tempo, caótica e paradisíaca. Sem antes nem depois, pequeno ou grande, em cima e embaixo, porque é o movimento que rege a matéria pictural na sua transparência. Não há pontos de vista ou, então, há inúmeros deles. Olhar semovente ou visão onírica? Visão utópica da época da conquista ou visão cotidiana dos migrantes modernos que chegam em levas para o cultivo da soja em Mato Grosso do Sul? O fato é que as imagens conseguem ter a mesma intensidade simbólica, não há um centro, expandem-se para fora dos limites do suporte, interrompendo as figuras. Trata-se de um cosmo perplexo, um clima de propiciação mágica ou, então, um sonho, que passa num retalho de espelho."
(Mariza Bertoli — O Mítico e o Político na Arte de Humberto Espíndola, no prelo)

 

 
Da série Mitológicos — fase Fantasias Míticas

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"Essa vertente flui do pleno gozo da plástica e do domínio do espaço pictórico. Faz a exegese do símbolo. O significado mítico nesta seqüência está presente na reunião de fragmentos de culturas ancestrais com os novos ritos das sociedades contemporâneas. A reiteração, a repetição, o movimento ondulatório que retoma o boi, o boi-homem, o homem-boi, o boi-deus, o deus-homem é uma epopéia. O nível mítico é inelutável como a pincelada caminhando na direção da plástica, que se tornou autônoma, sem necessidade de representar nada e, no entanto, sempre reencontra o gancho temático que reitera o motivo primordial: o boi."
(Mariza Bertoli - O Mítico e o Político na Arte de Humberto Espíndola, no prelo)

 

 
Da série Rodeios

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"...o grande boom da festa pecuarista tem sido o rodeio, cuja importância cresce vertiginosamente no cenário nacional. A introdução da arena nessa festa, elemento ancestral na cultura dos povos, tornou-a mais plena e próxima de suas raízes."
(Humberto Espíndola, 1997)

 

 

 

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