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DÉCADA DE 60-70
 
Bovinocultura

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"O boi não como o pachorrento ruminante dos currais ou de outras cenas bucólicas, mas o boi na sociedade, isto é, o boi-dinheiro, o boi, símbolo de riqueza de Mato Grosso."
(Mario Pedrosa, 1967)

Leia mais sobre o início da Bovinocultura
Frederico Morais (1968)
José Geraldo Vieira (1967)

 

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"...antepõe aos temas atmosferas de ritos de contágio ecológico. Como se as terras, as águas e os bichos que pinta ainda estivessem em potencial de totem e tabu, aquém da civilização de consumo, na era ainda dos clãs."
(José Geraldo Vieira, 1969)

 

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"Mais recentemente, sua pintura alcançou nova dimensão, com a fragmentação do suporte em relevo e a decomposição no espaço e no tempo da figura do boi, que, à maneira cubista, é apresentado de perfil ou de frente, por dentro e por fora. Ao mesmo tempo que decompõe a figura, busca um sentido simbólico para as novas cores, tropicalíssimas."
(Frederico Morais, 1969)

 

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Bienais

XI Bienal Internacional de São Paulo (1971)

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36ª Bienal de Veneza, Itália (1972)

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III Bienal de Arte Coltejer em Medellin, Colômbia (1972)

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"O caminhar sobre a matéria inusitada, o ver por todos os lados as cores marcadas pelos crachats, a luz monumentalizando as figuras bicórnias e o efeito muralesco do couro, traziam ao visitante, sem a menor dúvida, uma das experiências estéticas de nossos dias mais significativas e marcantes."
(Clarival do Prado Valladares, 1972)

Leia mais sobre as Bienais
Marcio Sampaio (1972)
Mario Barata (1972)
Roberto Pontual (1972)

 

 
Couros e Chifres

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"Ambicioso e complexo, o trabalho de Humberto Espíndola pode ser visto como um todo através de uma técnica essencialmente plural, o assemblage, onde distintos materiais são esgotados em suas qualidades plásticas, num jogo de interdependência para a criação de novos significados. Isto quer dizer que iremos encontrar sobre uma mesma superfície, a madeira, colagens de couro de boi, tinta acrílica e grafismos pirogravados. São quadros-objetos que enunciam o diálogo entre signos da cultura regional — o couro, as marcas de propriedade, e da cultura erudita, na medida em que o artista atribui-lhes novos significados ao combiná-los singularmente".
(Maria Adélia Menegazzo, 2002)

Leia mais sobre Couros e Chifres:
Jayme Maurício (1972)

 

 
Da série Pecúnia
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Da série Rosas/Rosetas

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"A forma da rosa inspirou a roseta, assim, a rosa surge do crachá. A rosa flor aparece como um crachá mais universal, conseqüentemente um símbolo de maior penetração, atingindo a problemática da bovinocultura em âmbitos novos."
(Aline Figueiredo, 1977)

Leia resumo sobre a história da rosa

 

 
Da série Divisão de Mato Grosso

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Leia Divisão de Mato Grosso Quadro a Quadro

 

 

 

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